Chanucá - a História completa!

Quem esta on-line

Nós temos 39 visitantes online

Facebook Friends

Connect with Facebook
Home Convidados Chanucá - a História completa!
Adicione no Facebook Adicione no MySpace Siganos no Twitter Veja os videos no Youtube
Chanucá - a História completa! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Sex, 26 de Novembro de 2021 13:46
AddThis Social Bookmark Button

VOCÊ GOSTARIA DE PROPORCIONAR ÀS FAMÍLIAS CARENTES UM HÁNUCA MELHOR?

Dezenas de famílias não têm condições de adquirir produtos alimentícios. A instituição O.I.S.E.R está se esforçando muito para prover produtos casher para estas famílias carentes. É uma instituição muito séria e eu também a ajudo com dinheiro. Envie sua contribuição para:

ORGANIZAÇÃO ISRAELITA O.I.S.E.R - BANCO ITAU – AG. 8252 – C/C 16.206-3

Maiores informações com a Sra. Rivka – tel: 011-3082-1562 - CNPJ: 45.884.426/001-93

 

Hánuca está chegando! A festividade inicia-se ao anoitecer deste domingo, 28 de novembro. Diversos leitores querem saber mais detalhes sobre o que é Hánuca e como a comemoramos. Eis uma sinopse desta tão querida festividade:

 

Existem duas maneiras pelas quais os nossos inimigos tentaram nos destruir durante a História. A primeira foi através da aniquilação física, sendo a última grande tentativa o Holocausto. A segunda foi através da assimilação cultural. Purim é a celebração anual de nossa sobrevivência física. Hánuca é a celebração anual de nossa sobrevivência espiritual, apesar das inúmeras tentativas de nos destruir através da assimilação cultural.

Em 167 A.E.C., o imperador greco-sírio Antióhus resolveu destruir o Judaísmo banindo três mitsvót:

O Shabat, a Santificação do Novo Mês (estabelece-se o primeiro dia do mês pelo testemunho de duas pessoas que viram o nascer da lua nova) e o Brit Milá (a entrada dos meninos no Pacto de Avraham, através da circuncisão).

 

  1. O Shabat significa que D’us é o Criador e o Mantenedor do Universo, que Sua Torá é o ‘mapa’ da criação, contendo seus significados e valores.
  2. Santificar o Novo Mês serve para determinar a data dos Feriados Judaicos. Sem isto seria o caos. Por exemplo, Sucót cai no 15º dia de Tishrei. O dia em que isto ocorrerá depende da declaração do primeiro dia de Tishrei.
  3. O Brit Milá é o símbolo do nosso pacto especial com o Todo-Poderoso. Todos os três mantêm nossa integridade cultural e eram, portanto, uma ameaça à Cultura Grega.

Matitiáhu e seus 5 filhos, conhecidos como os Macabeus, iniciaram a revolta e, três anos depois, conseguiram expulsar os opressores de Israel. A vitória foi um milagre.

Tendo conseguido recuperar o controle do Templo Sagrado, em Jerusalém, desejaram colocá-lo em funcionamento imediatamente. Precisavam de azeite de oliva, ritualmente puro, para reacender a Grande Menorá do Templo.

Porém, somente um frasco de azeite foi encontrado intacto, suficiente para queimar por apenas um dia, sendo que precisavam de uma quantidade que durasse oito dias, até que um novo azeite, ritualmente puro, pudesse ser produzido.

Um milagre ocorreu e aquele azeite, suficiente para um só dia, ardeu por 8 dias.

Daí acendermos velas de Hánuca (ou, melhor ainda, recipientes com azeite de oliva) por oito dias.

Um no 1º dia, dois no 2º, e assim por diante. A primeira vela é colocada no lado direito da hanukiá (ou Menorá) e, a cada dia, uma nova vela é acrescentada imediatamente à sua esquerda.

Na primeira noite recitamos três brahót e duas nas noites subsequentes. Acendemos a vela sempre a partir do lado esquerdo (a vela do dia), seguindo em direção ao lado direito da hanukiá.

A hanukiá deve ter todos seus ‘braços’ alinhados e na mesma altura.

A tradição Ashkenazi é que cada homem acima de 13 anos acende sua própria hanukiá, enquanto que a tradição Sefaradi é acender uma única hanukiá por toda a família.

As bênçãos podem ser encontradas no Sidur, o livro de preces.

Mesmo sendo permitido acender as velas dentro de casa, é preferível acendê-las onde os passantes da rua possam ver suas chamas, para divulgar o milagre de Hánuca.

Em Israel, muitas pessoas acendem as velas do lado de fora das casas, em caixas de vidro ventiladas feitas especialmente para se colocar a hanukiá.

A tradição de comer látkes, panquecas de batata, é para recordarmos o milagre do óleo (látkes são fritas em óleo).

Em Israel, a tradição é comer sufganiót, sonhos recheados com geléia.

O dreidel, um pião com quatro lados, tendo as letras hebraicas Nún, Guímel, Hêi e Shín (as primeiras letras de “Nês Gadól Hayá Shám: Um Grande Milagre Aconteceu Lá -- em Israel”) é o jogo tradicional. Nos tempos da perseguição, onde estudar Torá era proibido, os Judeus estudavam escondidos e, quando os soldados gregos vinham investigar, rodavam o dreidel e fingiam estar apostando. As regras: Nún - ninguém ganhou; Guímel - o que rodou leva tudo; Hêi - o que rodou leva a metade; Shín - o que rodou tem que ‘colocar na mesa’ o equivalente ao que foi apostado. Ganha quem acumular mais fichas no menor tempo!

 

Em 5782 (2021), a primeira vela será acesa neste domingo, 28 de novembro, logo após o pôr do sol.

A cada dia acendemos uma vela a mais: na 2a-feira, 2 velas; na 3ª-feira, 3 velas, e assim por diante, até chegarmos a 8 velas no outro domingo, dia 5 de dezembro.

Diversos leitores querem saber mais detalhes sobre o que é Hánuca e como a comemoramos. Eis aqui

OS DEZ PRINCIPAIS ITENS QUE VOCÊ NUNCA SOUBE SOBRE HÁNUCA

 

1. Enquanto o feriado de Hanucá celebra a vitória (após três anos de guerra) entre o império grego e os Macabeus, foram necessárias mais duas décadas para que os Macabeus expulsassem os gregos de toda a antiga Israel.

2. A celebração de Hánuca, que começou com a rededicação do Templo Sagrado de Jerusalém, ocorreu no dia 25 do mês judaico de Kislev. Esta data já era muito significativa na história judaica antiga. O Templo móvel (mishcán) que o povo judeu construiu sob a direção de Moisés durante seus 40 anos de peregrinação no deserto do Sinai foi concluído no dia 25 de Kislev. Além disso, a pedra fundamental do Segundo Templo de Jerusalém foi colocada no dia 24 de Kislev (515 AEC) e a celebração ocorreu naquela noite, 25 de Kislev.

3. A 25ª palavra na Torá é “or - luz”, muito apropriada para o feriado conhecido como “Festival das Luzes”.

4. A 25º localidade em que o povo judeu acampou durante seus 40 anos de peregrinação no deserto é chamada de "Hashmona" (Números 33:29). Esta palavra é impressionantemente semelhante a “hasmoneus”, o nome da dinastia judaica que governou Israel após a derrota milagrosa sobre os gregos.

5. O objetivo de acender a menorá é divulgar o milagre que ocorreu em Hanucá - assim, ela deve ser colocada em um local que seja vista por outras pessoas. Em Israel, as menorás são acesas do lado de fora de casa, perto da calçada, em caixas de vidro especialmente feitas para isso. Em alguns lugares, as menorás são acesas dentro de casa, porém perto de uma janela que dá para a rua.

6. A tradição de dar dinheiro (“Hánuca guelt”) às crianças vem de longa data. Segundo o rabino Avraham Gambiner (que viveu no século XVII e é o autor do livro Maguen Avraham, uma esplêndida explicação sobre o Shulchan Aruch, o código de leis judaico), era costume os estudantes pobres das Yeshivás visitarem as casas de benfeitores que distribuíam dinheiro para Hánuca.

7. Segundo outros, o Hánuca guelt está ligado à vitória milagrosa dos Macabeus sobre os antigos gregos. Para celebrar sua liberdade, eles cunharam moedas nacionais. Em 1958, o Banco de Israel emitiu moedas comemorativas para uso como Hánuca guelt. Estas moedas exibiam a imagem da mesma menorá que apareceu nas moedas dos Macabeus há 2.000 anos.

8. A menorá no emblema do Estado de Israel foi tirada da imagem da menorá encontrada no Arco de Tito, em Roma. Essa menorá, que representa a menorá que foi levada a Roma após a destruição do Segundo Templo, é diferente daquela que usamos em Hanucá. Aquela usada no Templo Sagrado de Jerusalém tinha sete braços, enquanto a menorá usada em Hánuca tem oito braços (representando o milagre dos oito dias de Hánuca).

9. O Rambam (Rabino Moshe ben Maimon (Maimônides) (Espanha e Israel, 1135-1204) - o grande codificador da lei judaica e conhecido médico e filósofo do século XI) escreve que a mitsvá de acender as velas do Hánuca é muito querida e é necessário fazer todos os esforços para cumprir essa mitsvá. Ele conclui com o seguinte belo pensamento: "A luz no lar promove o Shalom (paz) e a Torá foi dada para promover a paz no mundo".

10. O costume ‘rigorosamente cumprido’ de se comer alimentos fritos (latkes, sonhos, donuts, etc.) para comemorar o milagre de Hánuca não é exatamente uma dieta adequada. Um sonho médio (rosquinha ou donut recheado com geléia) tem entre 400 a 600 calorias. Em Israel, estima-se que 24 milhões de donuts sejam consumidos durante a festividade de oito dias - o equivalente a 10,8 bilhões de calorias.

Alguém tem um pavio?

 

Porção Semanal da Torá: Vaieshev Bereshit (Gênesis) 37:01 - 40:23

 

Esta porção semanal inclui quatro histórias: 1) A venda de Yossef (José) por seus irmãos, que no final levou Yossef a se tornar o segundo na hierarquia egípcia, salvando toda a população daquela época da fome; 2) A indiscrição de Yehuda com Tamar; 3) A tentativa de sedução de Yossef pela esposa de Potifár, que acabou causando a prisão de Yossef; 4) Yossef interpreta os sonhos de seus companheiros de cela: o responsável pelos vinhos e o outro pela padaria do palácio real.

 

A Grande Pergunta de Hánuca

 

Os oito dias de Hánuca comemoram o milagre do azeite usado para iluminar a menorá no Templo Sagrado de Jerusalém. Havia azeite para apenas um dia, mas que acabou durando por oito, após os quais eles utilizaram um azeite ritualmente puro recém-produzido. Sendo assim, parece que o milagre foram apenas os sete dias extras. Por que então comemoramos Hánuca por oito dias?

Essa pergunta foi feita pelo rabino Yossef Karo, o autor do Shulchan Aruch, o Código de Leis Judaico (Espanha e Israel, 1488-1575). Nos últimos cinco séculos foram oferecidas muitas explicações para responder a essa pergunta, e até um livro foi publicado com mais de 100 respostas! Na edição da semana passada eu trouxe 5 respostas para resolver esta questão muito interessante.

Gostaria de deixar-lhes com uma perspectiva para reflexão: o milagre de Hánuca nos mostra que um pouco de luz pode gerar muito sucesso. Os maiores desenvolvimentos na história mundial não ocorreram por causa de grandes exércitos ou mega corporações. As grandes mudanças para melhor vieram de indivíduos com entusiasmo e muita fé. Não é o poder de fogo de um exército que vence a batalha, mas a pureza e a convicção de sua causa que, em última análise, saem vitoriosas!

Autor: Rav Kalman Packouz Z"L

Horário de Acender Velas de SHABAT: (26 de novembro)

S. Paulo: 18:16 h Rio de Janeiro 18:02 Recife 17:03 Porto Alegre 18:49 Salvador 17:25 Curitiba 18:31

B. Horizonte 17:58 Belém 17:47 Brasília 18:07 Jerusalém 15:58 Tel Aviv 16:14 Miami 17:11 Nova York 16:13

 

Pensamento da Semana:

“Nós Celebramos a Nossa Salvação

e Não a Ruína dos Outros!

LAST_UPDATED2
 

Banners

Banner


Guper, website, sistemas web e mídias sociais