Conto de Fraldas

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Conto de Fraldas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Seg, 29 de Dezembro de 2008 15:29
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É comum nos contos de fadas termos uma figura que de início teria tudo para dar certo na vida, como aquele príncipe ou aquela princesa, ou aquele personagem super talentoso etc.

De repente, algo inusitado acontece:

O príncipe é raptado por ogros e criado por serpentes marinhas que o fazem perder a memória, a princesa vira um baita de um jacu verde por causa de um encanto à base de pena de pagagaio com bico de lagarto e o personagem super talentoso perde seus talentos porque se vê obrigado a secar pena de travesseiro numa lavanderia subterrânea durante toda a sua juventude.

Daí os vilões e as vilôas começam a ter cada vez mais sucesso, hora se apoderando dos bens e pertences dos heróis e das herôas que eles rebaixaram, ou por terem neutralizado esta vantagem especial que os fazia ou os tornaria pessoas do bem.

Esta é a base dos enredos das estorias da carochinha, que muito tem a ver com a História do Povo Judeu e com a chegada de Mashiach, agora a passos cada vez mais espirituais.

A Inquisição quis fazer o príncipe encantando - o povo judeu parecer um trapo.

O Comunismo quis convencer o mundo todo que já não existem príncipes, por isso ninguém nos daria a mínima, naquelas terras reinadas pela vodka.

O Nazismo quis dar sumiço no príncipe, dizendo ser ele mesmo o príncipe. Só rindo, mesmo chorando. 

Os países árabes quiseram encher o príncipe de sopapos, só que as poucos ele começou a recobrar a memória, lembrou que é príncipe e lhes enviou os sopapos de volta, com mais alguns de brinde.

Agora vamos às fraldas:

Os palestinos e a mídia tentam o último recurso: fazer o príncipe não parecer príncipe, se portando como eles próprios, para assim parecerem o pior povo do mundo. 

Israel, país exemplo no que diz respeito a como se forma um pais, acabou sendo deformado na midia pelos próprios palestinos, exemplo vivo de como se deforma um país. Israel faz, eles destroem.

Não é racismo nem preconceito e aqui subtraio as pessoas inocentes que também são vítimas dessa flalde, fraude: os  palestinos, que nunca existiram como nação, não produzem nada que os torne nação, não são singulares, são árabes, que falam árabe, que tem religião de árabes, que matam pessoas inocentes e as acusam de serem os algozes. Que fralda, digo, que frauda!!

Com os bilhões que ganham de outros países eles não se ajudam, não ajudam povo algum, e querem porque querem fazer parte da lista dos povos que tentaram eliminar Israel e acabaram sendo eles mesmos eliminados do palco da História, sem exceção nenhuma.

Ou você conhece algum povo ou país que tentou fazer mal aos judeus e ainda existe?

Quem? Os egípcios? Não, eles não são "aqueles" egipcios, são árabes, como os  palestinos.

Os gregos? também não. 

Roma? Não é mais aquela.

Alemanha? Nem querem ouvir falar dos Nazistas.

União Soviética? O que é isso?

Liga árabe? Está perdendo a liga.

Então qual é o papel dos " " " palestinos" " " , agora que a gente já sabe que eles logo vão virar alguma festa judaica onde a gente come alguma coisa especial para lembrar que eles existiram e foram de-existidos por Hashem por terem se metido conosco? 

O papel deles é desvendar quem é, e de que lado está cada um de nós neste Conto de Fraldas.

Fraldas da Era Messiânica que está vindo a nós cada vez mais forte.

Fraldas cheias de caca para limpar - a que a ONU e a mídia jogam no ventilador.

Fraldas descartáveis, cada vez que fazemos Teshuvá e nos unimos em torno da Torá e de Hashem.

Fraldas que precisam dar lugar ao amadurecimento da criança espiritual dentro de cada um de nós.

Fraldas que simbolizam o período efêmero e passageiro dos palestinos, de todos os chatos de galocha da História Judaica, o mais desengonçado e atrapalhado na hora de fazer o mal.

Fraldas, que em se tratando da clara mentira que é este povo inventado, deveriam se chamar Fraudas.

Aposto com você leitor, que não existirá mais lembrança dos palestinos, assim como ninguém fala mais da União Sovietica - pergunta a um  teenager o que é isso - em muito pouco tempo.

Está no HALEL, que recitamos hoje, ultimo dia de Chanucá:

Salmo 117: "Louvai ao Eterno todas as Nações, louvai todos os povos".

Uai, se vão acabar louvando o Eterno pela salvação total de Israel, porque não lavam de uma vez as fraldas do Oriente Médio e tiram de lá a caca politica inventada chamada palestinos? Eu, hein?  

Mulher e bebê - Israel.

   

 

 

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