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Home Porções da Semana Bamidbar (Números) Bamidbar - nossa primeira Parashá! Toronto, 5758 / 1998!
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Bamidbar - nossa primeira Parashá! Toronto, 5758 / 1998! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Seg, 18 de Maio de 2009 09:34
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Parabéns, TROPICASHER -  mais um ano de vida!!!

Tropicasher aniversaria sempre antes de Shavuot.

A data da entrega da Torá, aos 2448 anos da Criação do Universo.

Mas ela se renova e nos renova a cada ano!

Ler novamente a Torá a cada ano é encontrar novos enfoques, segredos e níveis de entendimento.

Como o cenário a nossa volta também muda, sempre há algo novo para se aprender, confere?

Pois foi em 5758 (1998), que soltamos a primeira parashá TROPICASHER na Internet, com temor e obstinação, amor e ousadia.

De lá para cá foram aparecendo novos desafios e bá bá bá (desculpe, mas alguém lê estas introduções?)

Saudações Tropicasher

As vinte primeiras edições do Tropicasher foram publicadas no site www.chabadmorumbi.com.br, na sessão Vortual, pelo jornalista Pessach Grinspun, a pedido do Rabino David Weitman, que apoiou nossa iniciativa desde o início.

Hoje temos nosso próprio site, onde você pode saborear nossos comentários das Parashót do ano num clique só; rir enquanto aprende judaísmo com as Lendas Tropicasher; esbarrar num dos nossos Artigos Interessantes e de repente até rola um som tropical com aquela mensagem judaica super alegre de balançar o espírito.


Pois bem, a parashá Bamidbar começa assim:

Hashem falou com Moshé, no deserto do Sinai, no primeiro dia do mês de Yiar (meu aniversário), no segundo ano após a saída do Egito, e pediu para Moshé fazer o censo dessa turma, cada tribo em separado.

Rashi explica que Hashem vira e mexe mandava Moshé fazer o censo dos judeus, pelo carinho que tem por Israel, como alguém que conta algo que lhe seja precioso.

Uma das formas utilizadas para o censo era a doação de meio shekel por cada um. Se contava a féria no final, que multiplicando por dois dava o número de judeus adultos.

P:  Por que contar dinheiro e não pessoas?

R:  Um dos motivos de não se contar pessoas se deve à brachá (bênção) que Hashem deu a Avraham Avinu, que os judeus sempre seriam incontáveis.

> nunca se conta o número de homens para ver se há "MINIAN" (quorum de dez judeus acima dos 13 anos).

ao invés disso recitamos um versículo que tenha dez palavras, ou a Brachá do Pão: "Baruch Atá Ado-nai Elo-heinu Melech HaOlam haMotsi Lechem Min ha'Aretz", que tem dez palavras.

P: Por que "meio" Shekel e não um Shekel inteiro, ou qualquer outra forma de contagem?
R: Porque a Torá ensina que a base da tsedacá, de fazer o bem, é a união de esforços entre as pessoas. Se cada um dá meio shekel, se conscientiza que o seu esforço deve se juntar ao esforço do próximo para se obter algo inteiro, que beneficie a todos.

P: Por que D-us mencionou a data e o lugar do censo?

R: Para lembrar os lugares e os momentos onde aconteceram episódios marcantes ao nosso povo, na sua trajetória de evolução espiritual.

Estes censos tem por meta inspirar um compromisso histórico entre as gerações, lembrando a cada um de nós a dupla responsabilidade de crescer com a Torá, e de passar essa riqueza para a próxima geração sem quebrar a corrente, até se unir ao último elo e entregar o bastão final às mãos do Mashiach.

É... parece que está perto.

 

Leia Tropicasher... ria e sorria... cante e dance com nossas canções nossos e faça mais um ato de bondade a cada dia que passa!

Obrigado por participar da nossa festa,

Pessach (Paulinho) Tropicasher.



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