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EM BUSCA DA MITSVÁ PERDIDA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Ter, 09 de Junho de 2009 19:41
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LONDRES, 1898...


-  Mamãe, porque nossa estória se passa em Londres se estamos em Santos?

-  Fica mais chique meu filho. As pessoas em geral não começam a ler estórias que começam em Santos (com todo o respeito), mas Londres é sucesso garantido em estórias de mistério!

-  Mas mamãe, já estamos no século 21 e não em 1898...

-  Eu sei ingale, mas o século 21 começou meio batido, cheio de mucurunga, de conflitos. Sei lá, falta sal. Mas 1898... um ano assim impõe respeito! Vamos ande, senão vamos chegar atrasados e o Mago Yabada não vai nos receber, pois para ele, cada segundo sem estudar Tora é uma goiabada.

Ah, o Mago Yabada! Figura respeitadíssima nos meios esotéricos e lotéricos, famoso por empregar formulas judaicas ancestrais para adivinhar os resultados da loteca, para que instituições de caridade possam sair do vermelho. Muitos o criticam por isto, por acharem que só os meios tradicionais poderiam ser usados para tais objetivos. A estes o Mago Yabada responde sem hesitar: – Dê Tsedacá todo o dia, para que os pobres não joguem na loteria!

Mago Yabada, que recebera sua alcunha do majestoso Ching Maisnobata, mestre nas Artes Marciais, Setembrais e nas Dezembrais (confecção de Máscaras para Purim, Enfeites para Sucá e Chanuquiót); venerável mestre, desenvolveu um método infalível para calar uma pessoa que roda à baiana em publico, repetindo versículos da Torá em voz baixa, continua e monocórdia, até a pessoa acalmar contanto que ele páre. Sempre funciona.

Mago Yabada era o nome de paz de Shloime Hershale Jr., que ingressara na Yeshivá do mestre Ching para aprender os segredos do controle da alma. Certa vez mestre Ching passou mal pois bebera muito vinho em Purim e mal conseguia andar. Shloime Hershale Jr. entrou na sala de estudos e viu seu mestre quase desfalecido. Sem pestanejar preparou uma poção a base de goiabada com chrêin, que o despertou do transe.

A partir de então mestre Ching o consagrou como o honoravel “Mago Yabada”, exímio especialista na arte de curar ressaca de Purim, prisão de ventre causada por muita Matsá em Pessach e dor nas juntas de tanto dançar em Bar-mitsva e casamento. A terapia é idêntica em todos os casos.

Mago Yabada era considerado um Tsadik – um homem devoto. Foi por este motivo que chamou sua amiga de infância, dona Gerstrudel e o filho Crepale para uma reunião secreta em sua caverna, oculta na sobreloja do Shil da Esquina.

Gerstrudel era uma combinação das palavras “Geração” e  “Strudel”, pois ela  havia criado uma franquia de docerias casher de Strudel em 48 sabores, servidos em guardanapos de crepom. Acabou influenciando toda uma geração, que passou a ser conhecida como "Geração Strudel", ligadona em doces Idish servidos em papel de crepom. A moçada ia à loucura com os Strudel de Dona Gerstrudel, principalmente os de açaí com côco e baunilha. O sucesso foi estrondoso. Deste modo criou um segmento de mercado diferenciado para deixar como herança a seu filho Crepale, que apesar de ser um ótimo menino, não queria fazer Bar-mitsvá. Ao invés de ir às aulas de preparação, passava o dia todo brincando com seu cãozinho Gurnisht.

Crepale e Gurnisht eram companheiros separáveis. Como o Mago Yabada não admitia a presença de animais em sua caverna, Crepale largou o pobrer Gurnisht ganindo do lado de fora da caverna.

 

A REUNIÃO SECRETA NA CAVERNA SECRETA DO MAGO YABADA


- Ordem no recinto! - vociferou o Mago com a calma que lhe é peculiar.

- Mas seu Mago, ninguém está falando nada...

- Eu sei, pequeno Crepale, mas assim criamos um pouco de suspense na mente do leitor, ávido para saber o que estamos fazendo aqui.

- E porque estamos aqui? - preponderava dona Gerstrudel. Não tenho muito tempo, sabe? Estou para abrir uma lanchonete de Strudel casher no sul da Paraíba e preciso voltar à minha reunião de negócios.

- Sinto muito, mas o sul da Paraíba terá de esperar por seus Strudels. Temos de partir imediatamente para a China Meridional, onde seremos recebidos na Ieshivá do grande Kung Tshunt. Parece que roubaram a linha internacional da data que separa o início e o término do Shabat – e se não a recuperarmos logo, ninguém poderá cumprir Shabat em lugar algum do planeta. Vamos, não podemos perder tempo! Crepale deixe Gurnisht fora desta estória, pois não é permitida a entrada de cães na Ieshiva de Kung Tshunt, porque o Tshunt que eles fazem lá leva muita salsicha e o Gusnisht é capaz de acabar com o suprimento de Ieshiva em duas lambidas.

Após estas importantes considerações, saíram todos na maior vula, em direção ao aeroporto. Logo ao entrar no avião, Crepale invocou com quatro tipos suspeitos, sentados na fileira de trás.

- Mago Yabada, quem são estes caras com nomes engraçados no crachá?

-  São nossos agentes secretos. Permita-me apresentá-los:

Epaminondas Glickstein

Mesmo sem muita orientação religiosa, Glicão (como o chamam em casa) criou uma orientação mono-pluralista no judaísmo, segundo a qual N = N +1, sendo que N é o número de correntes no judaísmo e também o número de judeus no mundo. Glicão é  especialista em guardar segredos. Tem uma coleção de mais de trezentos segredos de cofre guardados no hardisk de seu PC, mas não os usa, porque não sabe onde estão os cofres. Nos ajudará na desvendação de segredos conhecidos.

Zen Guezint

Seu nome era Romualdo Zenberg. Estudou em Israel e logo após o serviço militar viajou ao Oriente, onde se tornou Zen, ou seja: zen dinheiro, zen nada para comer e zen nada para fazer. Criou então a técnica da meditação sonorizada, que ajuda a pessoa a pensar que sabe cantar e com isto fez fortuna, fundando e patrocinando a escola “confusionista”, que confunde, mas ensina. Esta técnica usa uma mescla de ditados e parábolas ininteligíveis, fazendo todo o mundo concordar por falta de opção. É autor da frase que diz: “O pensamento positivo faz com que só pensemos em coisas boas”. Foi discípulo do grande Kung Tshunt.

Rachamim Ben Devida

Seus avós revolucionaram o mercado bancário com a invenção de bancos descartáveis para Sinagogas. Trouxeram a técnica para o Brasil e a aprimoraram, fabricando bancos infláveis, ótimos para Kidush e Brit-milá em pátio de Shil lotado. Será nosso agente especial na coleta de fundos e despesas rasas. Rachamim tem conexões especiais com gente da alta e da baixa, dependendo da estação. Segue a escola Neo-sefaradita, cuja máxima é: “Não devemos falar de negócios sobre a mesa, a menos que a estejamos vendendo por um bom preço”.

Jony Guisheft

É a própria imagem do Self-made Man, o homem que se fez sozinho. Seu nome em hebraico é Ioni, mas desde que se mudou para Los Angeles passou a se chamar Jony, com um só ene. Jony trabalhava num arsenal bionuclear, quando causou uma sinopse atômica que fez seu corpo se desintegrar. Sem entrar em pânico, conseguiu reunir todas as partículas de si mesmo, usando a técnica da meditação sonorizada que aprendera com Zen Guezint. Como se fez novamente e sozinho, foi o primeiro Self-made Man da história. Jony Guisheft é especialista em trocar seis por meia dúzia, com lucro. Isto atraiu a atenção de Dona Gerstrudel:

 

– Jony Guisheft, gostaria de te propor sociedade na minha franquia de Strudels, disse dona Gerstrudel: para cada filial que você abrir durante nossa jornada, te darei 5% de participação no lucro sólido, ou seja, depois de descontado o Maassêr (doação de dez por cento dos lucros, de acordo com as leis da Torá, em benefício dos necessitados).

– Tenho uma idéia melhor, disse Jony Guisheft: cinco por cento é muito dinheiro. Proponho que a senhora fique com 20% de 80% do que restar após descontar o Maassêr dos meus chulos setenta por cento do faturamento bruto.

–  Feito! Gosto de fazer negócios com gente altruísta como você, Jony.

– Vamos embora, pessoal, deixem os negócios para depois, teremos bastante tempo durante o vôo, preponderou Mago Yabada. Peguem o estritamente necessário para uma viagem demorada e não se esqueçam de recitar Tefilát Hadérech, a oração do caminho.

–- Não precisa, tem no avião – retrucou Crépale com sua sagacidade.

 

ONDE ESTARIA A MITSVÁ PERDIDA?


Nossos heróis haviam adquirido passagens na classe Shluf & Essen da Tropicasher Airlines, empresa  mais segura de todas, única somente com assentos de primeira classe com preços de classe economica e Tefilat Hadérech em holograma na frente do assento de cada passageiro.

Ao chegarem ao aeroporto foram encaminhados à sala V.I.P. (Você que tem Indústria e Parnusse). Depois de quase afundarem nas confortáveis poltronas, ouviram atentamente as instruções da aeromeidale:

... Atenção senhores passageiros da Tropicasher Airlines, com destino a Iáma, Kédma, Tsafôna Vanegba... queiram por favor desabrochar os seus cintos porque durante o vôo será servido um Tshunt da pesada e não nos responsabilizamos por desarranjos estratosféricos que possam vir a ser causados na camada do Otazônio, em decorrência da ingestão do mesmo.  Façam uma boa viagem e Todá rabá por voarem Tropicasher Airlines.

 

– Essa aeromeidale fala mais complicado que jogador de futebol.

– Crépale! - obtemperou Glicão. Não é correto fazer comentários jocosos a respeito de outrem. Vamos, abra o livrinho das lendas, estamos todos curiosos.

– Está bem, vou ler a  estória da Bronca de Leve. Estão todos prontos?

– Estamos!!! Disseram todos em uníssono.

– Estão mesmo? Rebobinou Crépale.

– Estamos, pô!!! Lê logo, meu!!! Disseram novamente em uníssono.

– Não vou ler até vocês se acalmarem. Aqui na estorinha diz que a gente tem que dar uma bronca de leve nas pessoas.

– Respirem fundo e contem até cinco mil em Idish, sugeriu Zen Guezint, como possível antídoto para a chatice cósmica de Crépale. Todos atenderam, pois queriam ouvir a estorinha. Enquanto eles contam, aí vai ela para vocês: " Era uma vez um castelo no meio da floresta, onde vivia Bronca de Leve... "

Crepale e nossa turma de heróis estavam tão absortos na estória de Bronca de Leve, que nem repararam na escala que o avião havia feito no Tropicasher International Airport, para apanhar dois passageiros recém casados.

– Vou reclamar desta bruxa malvada pro rabino, disse dona Gerstrudel. Viram o que ela fez? Vendeu Strudel sem garantia de consumo! Deve existir alguma coisa no Talmud sobre as pessoas que dão um produto nocivo ao público, existindo algo de boa qualidade na praça e deste modo prejudicando quem o vende.

– Sim, existe – disse Mago Yabada. Se olhar na porção Shofetim da Torá, verá que ela alude inúmeras vezes ao modo como devemos tratar o próximo, principalmente se conduzimos nossos negócios de um modo descasher.

– Isso é que dá vender só comida Ashkenazi, disse Rachamim Ben Devida. Se a rainha malvada tivesse oferecido um Baklawa,  não precisaria envenená-lo, porque é tão doce e pesado, que após ingerir uns oito ou nove deles, ela teria um saracutico daqueles e cairia desfalecida no solo por algumas horas, dando tempo suficiente à rainha para fazer Teshuvá (arrepender-se) ao ver uma cena tão comovente, oferecer uma água mineral com gás e sal de fruta à pobre Bronca e pedir desculpas por ter se portado mal.

Jony Guisheft lembrou-se de um episódio que havia presenciado, quando fora ao Rio de Janeiro contratar um rabino para supervisionar a praça de alimentos de uma réplica do Pão de Açúcar que planejava erguer na Califórnia, dirigida ao público judaico: a Chalá de Açúcar! Um complexo gastronômico Casher com um bondinho que leva ao topo de uma montanha onde fica uma Sinagoga com vista para a Baía de Los Ingales. Como estava preste a unir forças com Dona Gerstrudel para...

 

... Atenção senhores passageiros da Tropicasher Airlines, queiram por favor concluir vossas estorinhas e apertar os cintos, pois dentro de instantes estaremos pousando no Aeroporto Interieshival da China Meridional.

 

–        Veja, Mago Yabada, o avião está pousando no meio da Grande Ieshivá da China. Que medão loco, seu! Não sei nada sobre este país, sobre este povo, será que eles fazem Kidush com Saquê?

–        Nada disso Crépale, interviu Zen Guezint. A China é um lugar de culturas diversas, além de muito diferentes da nossa. O Kidush aqui é feito com vinho de arroz, seguido de iguarias orientais como o Guefiltepato, ou pato recheado com batata, cenoura doce e passas.

–        Lá está a pista de pouso da Ieshivá! Veja, ela tem forma de Chanuquiá!

 

KUNG TSHUNT E A MITSVÁ PERDIDA


Após o desembarque, nossos amigos foram recebidos pela comitiva do grande mestre das artes marciais, setembrais e dezembrais, que vamos repetir várias vezes na estória até entenderem a piadinha e logo ao receberam cuidados especiais, alimentação e descanso, foram encaminhados ao escritório do grande Kung Tshunt.

– Entrem meus amigos, não recebo gente do ocidente desde a Groice Expedição de Marco Polish. Marco Polish descobrir acidentalmente, quando deixou cair as varetinhas de farinha de trigo e ovo na sopa de galinha, que a sopa ficava menos gordurosa, mais fácil de engolir e que adquiria mais sustança. Em homenagem à Província de Loc Shung, onde fez a descoberta, deu a estas varetinhas o nome de Lockshun. Foi aí que ele encontrou a linha da data para cumprir o Shabat, mas ainda restava encontrar uma Mitsvá: a alegria.

Meu tataravô Kung Zeide havia perdido sua alegria cair no rio Syng Tsures, que em mandaridish quer dizer “cante suas desgraças”. Toda a sua alegria havia escoado rio abaixo e não havia meios de encontrá-la. Depois de muito procurar, chegou à conclusão que a alegria deve escoar sempre de dentro da nossa alma, se decidirmos viver com felicidade, sem precisar buscá-la fora de nós.

Crepale finalmente havia descoberto porque não queria fazer Bar-mitsvá... ele simplesmente se recusava a cumprir Mitsvót sem alegria alguma e agora havia finalmente descoberto o grande segredo da santidade: a Simchá – alegria! Por isto não hesitou: foi imediatamente ao revendedor mais próximo dos CDs Tropicasher,  e as cantou no seu Bar-mitsvá, pedindo a todos para que vivam suas vidas intensamente, fazendo tudo com alegria, como está escritoz:

"E te alegrarás com todo o bem que o Eterno, teu Deus te tem dado”. (Deut. 26:11)

O Talmud acrescenta: "É uma mitsvá viver sempre com alegria".

E assim termina nossa Lenda, uma estória que mesmo sem pé nem cabeça, tem muito coração.

 

Glossário de termos judaicos e paralelos:

Achnassát Calá = Tudo o que se relaciona a angariar fundos para casar uma moça pobre.

Ayn Hará = mal olhado; o Talmud avisa que um bom Shiduch para dar certo tem de ser discreto.
Beit Din = Tribunal rabínico composto de três Juízes.

Daven = Rezar, em Idish.

Gabai = Funcionário da Sinagoga ou da Comunidade responsável pela arrecadação e administração de Fundos

Guelt = Dinheiro em Idish.

Idish = Idioma judeo-europeu que mescla hebraico, dialetos regionais e alemão medieval. Sinônimo de Judeu ou Judaico, na gíria dos judeus brasileiros.

Ieshivá = Seminário rabinico ou local onde se estuda Torá de maneira dirigida.

Lashon Hará = fofoca - assunto totalmente proibido pela Torá.
Chutspá = cara-de-pau.
Midot = valores, modos, caráter.
Chupá = toldo erguido sobre os noivos durante a cerimonia de casamento judaica. simbolizando um novo lar está sendo erguido no povo de Israel.

Maguen David = Escudo de David, ou estrela de seis pontas.

Messirút Nefesh = auto-anulação em prol do próximo e de Hashem.
Rebetzin = esposa do rabino em Idish - em hebraico é Rabanit.
Shamash = ajudante do rabino.
Mezuzá = Pergaminho sagrado que os judeus colocamos no umbral das portas.

Nigun = melodia entoada numa reza, estudo de Torá, na mesa do Shabat etc.

Parnassá = Sustento.

Shamash = Assistente de rabino e/ou da Sinagoga.

Shiduch = Apresentação de moca a moco solteiro, com fins matrimoniais.
Talmud = Compendio rabínico transmitido oralmente com instruções para
cumprir os mandamentos da Tora e resolução de duvidas a respeito.
Cohen = Sacerdotes responsáveis pelo trabalho no Templo em Jerusalém.
Kuguel = Bolo Idish de batata ou macarrão. Tem doce e salgado.
Chrein = Erva amarga com beterraba, geralmente se come em Pessach.
Basement = Lugar nos EUA e Canada onde moram os imigrantes.
Shleper = Mal vestido(a), maltrapilho(a).
Ishuv = Povoado Judaico, Comunidade Judaica.
Kotel = Muro das Lamentações em Jerusalém, resquício do Templo Sagrado.
Cabalat Shabat = Oração e Ceia na entrada do Shabat, Sexta à noite.
Kidush = Santificação do Sábado com vinho, seguido de rango.
Seudá Shlishit = A Terceira refeição do Shabat, antes do seu termino.
Melave Malca = Rango tradicional pós-Shabat tipo saideira. Segundo o Talmud
também em homenagem ao Rei David, que faleceu ao sair o Shabat.
Bli neder = em hebraico significa "sem jurar". A Tora proíbe fazer juramentos.
Shil = Sinagoga em Idish.
Mishpúche = Família em pronuncia Idish. Em hebraico se pronuncia Mishpachá.
Teshuvá = Reconhecer um erro, contá-lo em privado a D-us e procurar repará-lo.
Eshet Chayil = mulher de valor.
Bat-mitsvá = celebra-se a maioridade religiosa das moças judias com 12 anos.
Minchá = oração dita após o meio-dia e antes de anoitecer.
Mein kind = minha criança, em Idish.
Tshulent = feijoada judaica comida aos sábados, fica esquentando a noite toda.
Bashert = o/a destinado/a, a alma-gêmea.
Slichá = com licença, perdão, em hebraico.
Todá rabá = muito obrigado.
Tefilá = oração.
Be Ezrat Hashem = com a ajuda de D-us - é o B"H no alto de cada página.
Datiá = religiosa.
Amud = coluna - aquele púlpito onde a pessoa coloca o livro e começa a rezar.
Tefilá Arvit = oração dita depois de escurecer - foi instituída por Yaacov Avinu.
Drashá = prédica.
Shaliach Tsibur = enviado para rezar em nome de toda a congregação.
Nusach = estilo ou versão das orações judaicas.

Shiduch = encontro entre moça e moço solteiro com finalidade matrimonial.

Tefilin = Se você é judeu, tem mais de 13 anos e não sabe o que é, pergunte ao rabino na sua Sinagoga mais próxima. aproveite e peça para colocar.

 

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