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Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Dom, 23 de Novembro de 2008 20:23
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FEITIÇO VIRA CONTRA O FEITICEIRO

Pense numa manchete de jornal assim:

FARAÓ DA MÍDIA MOSTRA BEM ISRAEL DEPOIS QUE 10 PRAGAS DESABAM NA REDAÇÃO!

S.Paulo - O editor do jornal deu a ordem fatal: "Artigos que denunciem o estado de terror implantado pelos palestinos e mostrem ao publico a bondade e nobreza de Israel devem ser jogados no Rio Tiête".

Desta maneira quis evitar que a verdade sobre este ficticio conflito entre o mundo arabe e eles mesmos contra os judeus, subisse à tona. Mas o Senhor fez nascer na casa de uma familia de jornalistas judeus aquele que seria o seu salvador das garras da midia.

O garôto era precoce. Como tinha dificuldade em falar, escrevia. Manuscritou centenas de manuscritos sobre o belo retôrno do povo Judeu à sua terra e como o mundo tornou-se felizardo por tal evento. Sua mãe, temerosa, ajuntou todos os seus escritos e os colocou numa cestinha de palha untada de pixe, pois os manuscritos se desintegrariam ao minimo contato com as águas shtinquerosas do Tietê. A cestinha foi rolando pelo rio até parar nas mãos da filha do Faraó Jornalônico, que a abriu, ficou maravilhada pelo seu conteúdo e começou a publicá-los. Até ganhou o Prêmio Paulitzer de jornalismo. Mas seu pai gostou pouco dessa estória e tentou melar os artigos.

Eis que caem dez pragas em sua redação e sómente após a decima praga mostrou Israel, unico pais democratico de uma região alucinada como realmente é e acabou se desculpando em publico por ter sido tão bobinho com o povo judeu, deixando o jornal de herança para sua filha e indo fritar pastéis na feira ao invés de fazer mal aos outros."

- Seu Tropicasher, nunca que isto vai acontecer!

- Afável amiguinho, de acôrdo com esta parashá, esta estória não só é realista como está bem prestes a acontecer, a julgar pela indecência como a midia retrata Israel hoje.

A parashá Shemot introduz a figura de Moshé rabeinu na história do mundo.

O Faraó se beneficiava com 210 anos de escravidão dos judeus, que transformaram o Egito num país vivível e agora quis mandar todo o mundo às favas e ficar com o lucro.

Bilam, um dos seus oraculos e energumeno de plantão, vê no seu caldeirão magico que o salvador dos hebreus terá seu destino ligado às aguas e ficará detido nelas. Havia visto Moshé abrir o Mar Vermelho e pensou que pereceria ali, mas como todo pulha, só viu o que lhe interessava, por isso acabou dando informação antissemita e incorreta ao Faraó, danando-o severamente por isso. Os jornalistas que hoje atuam de maneira semelhante acabarão fazendo o mesmo com os editores dos jornais onde trabalham.

O Faraó mandou então jogar a molecada judaica no Nilo, esperando rapar o salvador de Israel no meio do bôlo. Como Bilam tambem lhe havia avisado que o salvador dos judeus estaria dentro do seu palacio, o Faraó mandou liquidar tambem os bebês egipcios (como fazem hoje os palestinos, atirando seus filhos na frente das balas do exercito de Defesa de Israel, que só falta atirar bala Juquinha para dispersar os levantes vandalos dos arabes, de tanto cuidado que tem para não atirarem bala de verdade. Mesmo assim a midia os retrata com monstros. Alias, bala Juquinha é casher).

Também não funcionou.

Quando Hashem decide que chegou a hora de salvar os judeus e mandar para a cucuia o algoz de plantão, nada segura-O. Hashem disse a Avraham Avinu que agiria assim.

Yocheved, mãe de Moshé, o coloca na cestinha como forma de sua Hishtadlút.

Hishtadlút em hebraico quer dizer: tentativa com esforço pessoal.

Para que Hashem nos faça milagres temos primeiro fazer nossa Hishtadlút.

Deu certo. Hashem rolou a cestinha até onde a filha do Faraó havia ido tomar banho.

De acôrdo com algumas opiniões rabínicas, ela tinha leprar e curava-se desta forma.

De acôrdo com opiniões místicas, ela estava "por aqui" do paganismo egípcio e fora ao Nilo para submergir no Mikve, fazendo assim a sua conversão ao Judaísmo.

O que faz sentido, pois uma pessoa do calibre de um Moshé deveria no mínimo ser criado dentro de um lar Judaico. Tanto é que a princesa mandou uma garotinha que espiava a cena lá perto chamar a mãe do menino para alimentá-lo com leite casher.

A garotinha era Miriam, irmã de Moshé e a ama-de-leite acabou sendo nada mais nada menos que sua mãe Yocheved. Isto se chama Ashgachá Elioná (Divina Providência).

Desta maneira, Hashem fez brotar o apice do Bem (Moshé rabeinu) de dentro das piores impurezas e do mal (o palacio do proprio Faraó, algoz dos judeus).

O Maharal de Praga explica que isto se deve porque este mundo é o mundo do refinamento do bem de dentro do mal, do conteúdo de dentro da casca, do belo a partir do podre, assim como uma arvore começa a crescer à partir da semente apodrecida.

Isto faz com que os humanos prestem atenção nas possibilidades de escolha entre o bem e o mal, entre o puro e o impuro e que participem no refinamento do mundo.

O Faraó impurificou o ambiente mas sua filha Batia o purificou criando Moshé rabeinu.

Bilam não sossegou enquanto não xingou o povo de Israel no Sinai mesmo depois que viu as maravilhas e os milagres que Hashem operou por nós, até que ao abrir sua boca para xingar acabou soltando uma brachá (benção) que hoje está no começo das rezas(*)

Assim será em breve tambem com toda esta faraonada que a mídia faz contra Israel.

Quem tem jornal de vidro, não devia jogar pedras nas vidraças de Israel

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