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Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Qui, 30 de Abril de 2009 19:24
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DEU BODE... POR ACASO

Nesta parashá deu bode duplo: o Cohen Gadol (Sumo-sacerdote) fazia um sorteio entre dois bodes para o serviço de Yom Kipur: um seria "para Hashem" e outro "para Azazel".

O bode sorteado para Hashem seria sacrificado no Altar, com direito a abate casher. Já o sorteado para Azazel teria uma fita vermelha amarrada entre os chifres e seria empurrado ladeira abaixo.

Caso o povo de Israel tivesse sido perdoado pelos seus pecados, a fitinha vermelha se tornaria branca.

Para saber o porque dos bodes e como uma coisa dessas pode perdoar os pecados de todo um povo consulte o seu rabino preferido, ou melhor, consulte a Torá diretamente, no Livro Vaikrá, nesta parashá.

Gostariamos de abordar aqui somente o fato do sorteio.

Como pode ser que um mero sorteio designa o destino dos bodes?

Aí mesmo esta a resposta: a palavra hebraica para sorteio é GORAL.

Mas GORAL tambem quer dizer "destino".

O homem atua sorteando, mas Hashem dirige o sorteio.

Desta maneira, nenhum bode se sente prejudicado ou injustiçado, porque não foram eles que pecaram, mas estavam somente servindo de instrumento para redimir os reveses da galera.

O bode sorteado para Hashem não poderia dizer Lá em Cima: "eu sou melhor que o bode para Azazel", porque foram sorteados.

Nos nossos dias, o sorteiro e os bodes foram substituidos pelas rezas.

Muitas vezes Hashem faz as coisas parecerem um sorteio na vida, para que não nos sintamos menosprezados, por não entendermos o que nos ocorre.

Mas na verdade... tudo é destinado por Hashem .

Até os bodes.

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