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Home Porções da Semana Bamidbar (Números) Chukát - A mitsvá da vaca vermelha.
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Chukát - A mitsvá da vaca vermelha. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Seg, 29 de Junho de 2009 00:34
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DUAS GRANDES PERDAS PARA MOISÉS. E PARA O POVO JUDEU

Nesta Parashá morre Miriam, irmã mais velha de Moísés, que o viu boiando na cestinha até chegar a Bátia, filha do Faraó, que o adotou e pediu à pequena Miriam que chamasse a mãe do menino para amamentá-lo.

O livro das reencarnações do Arizal, rabino cabalista da Idade Média que viveu em Tsfat (Safed), Israel, conta que Bátia foi uma reencarnação de Eva, esposa de Adão e que Moisés fora uma reercarnação de Abel, que teve uma nova chance de vir a este mundo revelar sua bondade a apego a D-us. Quando viu Moisés na cestinha, Bátia reconheceu o filho de outra encarnação - por isso o adotou. Mas não era sua mãe nesta vida, por isso mandou chamar a mãe carnal, Yochéved, para dar-lhe leite.

Depois que Miriam morreu, o poço que acompanhava o povo judeu no deserto secou. O povo se acotovelou em volta de Moisés pedindo água. D-us manda ele e o irmão Aarão falarem a uma pedra, que ela daria água. O povo pôs pressão em Moisés e este golpeou a pedra ao invés de falar com ela. Zebra!

Moisés, que por sua condição de lider do povo e seu interlocutor com D-us deveria ter o maior nivel de paciêcia, foi punido com aquele que seria, aos seus olhos, o pior dos castigos: não entraria em Israel.

Seu irmão Aarão também morre nesta parashá, uma morte suave e monitorada por Moisés e seu filho Elazar, que ocupou seu lugar. O povo judeu por inteiro guardou luto durante trinta dias. Aarão ficou conhecido como aquele que ama a paz e a promove em todos os setores da vida da população.

Fica a pergunta: porque Miriam não entrou em Israel? Qual teria sido a sua falta?

VACA VERMELHA: PURIFICA O IMPURO E IMPURIFICA O PURO.

Uma vez uma pessoa me falou que quando se faz uma massagem energizante numa pessoa, o energizado fica com a energia positiva do energizante enquanto este absorve sua energia negativa. Como funciona?

Nesta parashá, a Torá nos apresenta uma Lei Incompreensível, que nem mesmo o sábio Rei Salomão conseguiu decifrar: uma vaca totalmente vermelha, de um ano de idade, que não serviu para procriação nem usou cabresto, nem fez trabalho algum ao homem, é abatida, torrada no altar, suas cinzas misturadas a águas vivas com uma varetinha especial e borrifada nas pessoas, tornando-as ritualmente puras, ao mesmo tempo em que impurificam o sacerdote (Cohen) que manuseou este processo.

E para que serve isto?

Serve para poder entrar no Templo Sagrado de Jerusalém e servir diretamente a D-us sem nenhum impedimento ou bloqueio. Hoje não podemos entrar naquela área (acima do Muro das Lamentações), porque não temos uma vaca vermelha - Pará Adumá em hebraico.

Em Israel, um fazendeiro havia criado uma vaca vermelha, mas no final deu "zebra", a vaca criou pelos pretos mais tarde.

Paciência...

 

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Quando esta parashá vemr grudada em Balak:

BALAK, O REI DE ARAK

O pior castigo que se pode dar a uma pessoa que faz uma maldade é fazê-la ver que seu ato acabou se transformando num ato de benevolência para a pessoa que ela quis prejudicar.

E foi isso que aconteceu com Bilam, macumbeiro de plantão, enviado de Balak, rei de araque, para amaldiçoar o povo de Israel, que tinha muitas bençãos do Céu.

No finzinho do finzinho da reza matutina de Shacharit, lemos no Sidur, os Treze Princípios da Fé Judaica, conforme foram compilados pelo Rambam, o nosso Maimônides.

Rambam cita no seu décimo primeiro princípio que: "Acredito piamente que Hashem recompensa aqueles que cumprem a sua palavra e castiga os que não a cumprem".

Agora vejam só como Hashem é simples e sofisticado ao mesmo tempo:

Bilam foi dotado de dotes proféticos, como Moshé rabeinu. Podia até saber que horas do dia Hashem se zangaria, para poder praguejar contra uma pessoa ou grupo e enviá-los para o beleléu, com a ajuda de uma praga do Céu. Mas ao contrário de Moshé, usava seus dotes somente para seu próprio benefício.

Um dia, Balak, o rei do bagaço, viu que o povo de Israel, que deixara o Egito com uma Divina baita mão na roda , havia derrotado todos os seus inimigos, que para variar nos atacavam sem motivo, mesmo depois de ver que Hashem está do nosso lado e de Moisés oferecer paz.

Por isso, decidiu entrar para o rol dos energúmenos anti-semitas do Século XXV,* chamando Bilam para fazer uma macumbalak contra os Judeus, sob forma de praga abençoativa.

Hashem tentou persuadir Bilam a deixar passar batido, vindo-lhe em sonho e explicando que o povo Judeu é uma Nação abençoada e que seu despacho não ia adiantar nada.

Bilam disse a Hashem que na verdade só queria dar mais uma bracházinha para os judeus.

Hashem respondeu a Bilam que só poderia nos abençoar e até fez a jegue de Bilam falar, para alertá-lo de que somente bençãos sairiam de sua boca quando falasse da Nação Santa.

Bilam não se aguentou dentro das calças, bateu na jegue e saiu pirado  por aí praguejar contra Israel.

Mas fez 3 gols-contra animais, e cada vez que abriu a boca, ao invés de nos praguejar, nos abençoou.

No final da história, Balak, o rei que quis dar uma de Mandraque, deu sumiço em Bilam.

E até hoje, em todos os Sidurim do mundo, os judeus abrem a reza com a "maldição" de Bilam que acabou virando benção: "Como são boas as tuas tendas Yaacov e a tuas moradas Israel". Alusão ao recato dos lares judaicos e à luz que emana das casas de estudo da Torá.

Assim será com os Balaks e Bilams de plantão, que hoje se fazem representar por reis árabes e Arafat, que inventou um povo, sómente para azucrinar a D-us e o ao mundo (literalmente).

Quantas minorias deixam de ter suas causas examinadas na ONU, somente porque os Balaks e Bilams de hoje mobilizam o mundo todo para tentar roer a Casa de Israel a todo momento?

Assim como aqueles que lhes serviram de modêlo, os atuais o fazem pelo mesmo motivo:

Para cutucar Hashem. Mas vão acabar cutucando o Mashiach com vara curta.

E a praga rogada pelos palestinos ainda vai virar uma benção nos nossos destinos.

Está cada vez mais perto.

*O povo Judeu ficou no deserto do Sinai entre 2448 e 2488, portanto durante o Século XXV da Criação

 

 

 

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