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Balak PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Qua, 01 de Julho de 2009 01:39
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BALAK, UM REI DE ARAK

O pior castigo que se pode dar a uma pessoa má é fazer sua atitude sórdida se transformar num ato de benevolência com a pessoa que ela quis prejudicar.

Foi o que ocorreu a Bilam [Balaão], macumbeiro de plantão, enviado de Balak para amaldiçoar o povo de Israel (que já tinha muitas bençãos do Céu).

Pois é. No finzinho do finzinho da reza matutina de Shacharit, lemos no Sidur [Livro de Orações do Judaísmo], os Treze Princípios da Fé Judaica, conforme foram compilados pelo Rambam, o nosso Maimônides.

Rambam cita no seu décimo primeiro princípio que: "Acredito piamente que Hashem recompensa aqueles que cumprem a sua palavra e castiga os que não a cumprem".

Agora vejam só como Hashem é simples e sofisticado ao mesmo tempo:

 

 

Bilam foi dotado de dotes proféticos, como Moshé rabeinu. Podia até saber que horas do dia Hashem se zangaria, para poder praguejar contra uma pessoa ou grupo e enviá-los para o beleléu, com a ajuda de uma praga do Céu. Mas ao contrário de Moshé, usava seus dotes somente para seu próprio benefício.

Balak viu que o povo de Israel, que deixara o Egito com Divina Mão na roda, havia derrotado todos os seus inimigos - que para variar nos atacavam sem motivo - ou talvez motivados por testar a D-us e ver até onde iria a Sua Proteção ao povo judeu.

Hashem tentou persuadir Bilam a deixar passar batido, vindo-lhe em sonho e explicando que o povo Judeu é uma Nação abençoada e que seu despacho não ia adiantar nada. Bilam disse a Hashem que na verdade só queria dar mais uma bracházinha para os judeus.

Hashem respondeu a Bilam que seria melhor bater em retirada e até fez a jegue de Bilam falar, para alertá-lo. Mas Bilam não se aguentou, bateu na sua mula saiu pirando por aí a praguejar contra Israel. Fez três gols-contra. Cada vez que abriu a boca, ao invés de nos praguejar, abençoou Israel.

E até hoje, em todos os Sidurim do mundo, os judeus abrem a reza com a "maldição" de Bilam que acabou virando benção: "Como são boas as tuas tendas Yaacov e a tuas moradas Israel". Alusão ao recato dos lares judaicos e à luz que emana das casas de estudo da Torá.

Assim será com os Balaks e Bilams que hoje se fazem representar pelo mundo islâmico, por reis árabes e pela mídia. Inventaram um povo e deram a ele uma alcunha romana para designar a Terra de Israel - Palestina. E para quê? Para literalmente, azucrinar a D-us e ao mundo.

Quantas minorias deixam de ter suas causas examinadas na ONU, somente porque os Balaks e Bilams de hoje mobilizam o mundo todo para tentar roer a Casa de Israel a todo momento? Curdos? Armênios? Bascos? Catalâes? Tiberanos? Põe povo de verdade nisso.

Mas o mundo já está acordando.

E nós?

 

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