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Escrito por Paulinho Rosenbaum   
Qui, 03 de Setembro de 2009 19:38
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DEPENDE PARA QUEM VOCÊ TRABALHA...

A História de Irineu E. de Souza, o Barão de Mauá, pioneiro no desenvolvimento industrial do Brasil, apresenta um episódio curioso: o então jovem Irineu de Souza havia sido preso, delatado por seus inimigos. Na cela encontrou um escravo foragido, que lhe disse: "Quando sair daqui quero ter um dono melhor". O futuro Barão contestou:

- Não é melhor ser livre?

- Todos tem um dono, respondeu o escravo. Escolha o melhor que você puder.

- Esta lição ficou gravada na memória de Irineu de Souza, que após sair da prisão entrou para uma confraria de elite, que fez abrirem-lhe as portas do prestígio e do capital, até se tornar o Barão de Mauá.

Esta Parashá termina com uma promessa de Hashem, Dono do Universo e de tudo o que ele contém:

- Se vocês cuidarem da Aliança que fizeram comigo e cumprirem [todas as Minhas leis] irão prosperar em tudo o que fizerem!

Que Dono podemos ter melhor do que D-us? Quem teria mais compaixão por nós ou poderia nos prover melhor sustento, moradia, saúde, paz, vida, tudo o que precisamos para atravessar a pequena ponte que liga este mundo ao Mundo Vindouro senão Hashem? Esta é a principal mensagem desta parashá. Aquele que diz não ter dono nenhum na verdade está sujeito a que tudo e todos sejam os donos dele/a.

Mas isto não é tudo. É preciso entender em que consiste esta Aliança. Por isto faremos algo inusitado: ao invés de analisarmos as palavras em torno do nome da Parashá, começamos do fim e agora iremos de trás para a frente, até chegar ao início dela e logo vocês entenderão porque.

As Leis de D-us funcionam como um programa de computador. Acho até que o computador existe para demonstrar isso: Se você aciona uma parte determinada do Programa, uma série de sub itens começarão a entrar em ação causando uma matriz de acontecimentos originados por algo que fizemos sem mesmo pensar quais poderiam ser as consequencias. Exemplo: se abrirmos um anexo com um exe.doc podemos entregar todos os dados do computador a um pilantra cibernético ou detonar a memória.

Similarmente, se falarmos mal um dos outros ou odiarmos gratuitamente uns aos outros, estaremos acionarndo os programas Lashonhará.exec.doc ou Sinátchnam.exec.doc - o que pode provocar uma tempestuosa ação da ONU em represália a Israel por algum motivo aparentemente tolo.

 

É PAU, É PEDRA...

Das enormes maldições que nos esperam segundo a Torá, caso não cumpramos as Leis de D-us - ou seja, os Seus 613 mandamentos, vamos destacar duas:

1. O Versículo 28:64 diz - "Hashem te dispersará por entre todos os povos, de um canto a outro do planeta e vocês servirão deuses que nem sequer conhecem e nem os teus antepassados conheceram: o pau e a pedra"

Nossos comentaristas dizem que "o Pau" é a Cruz [Igreja] e "a Pedra" é a Caaba, de Meca [Islamismo].

Com que exatidão a Torá escreve há mais de três mil anos que os judeus estarão dispersos por todo o mundo e, principalmente nos paises cristãos e muçulmanos!

2. O Versículo 28:62 diz - "Vocês foram numerosos como as estrelas do Céu mas agora são tão poucos... porque não escutaram a Voz de Hashem.

Alguns especialistas dizem que, se Israel não tivesse ido para o exílio, não haveriam atos de extermínio da nação judaica nem assimilação dentro da cultura da Cruz ou da Pedra, fazendo dos judeus hoje um povo tão numeroso quanto o povo chinês.

NÃO EXISTE "ANTES" OU "DEPOIS" NA TORÁ:

Voltemos agora ao início da Parashá:

A Torá diz que Hashem espera o Povo de Israel na Sua Terra de Braços abertos, com bençãos de fartura e paz e que os quer ver no SeuTemplo em Jerusalém com as primicias dos resultados das bençãos concedidas, para agradecer e para relembrar do sofrimento da escravidão do Egito, que já não existiria.

Dito isto, a Torá pede para lembrarem de cuidar dos levitas, dos conversos, dos órfãos e das viúvas.

Logo, a Torá diz que D-us separou o povo judeu das nações para ser a sua "Menina dos Olhos", cuidando de todas as suas necessidades: físicas e espirituais, sociais e morais, particulares e nacionais.

Então porque raios nós ainda teimamos em nos ver como americanos, canadendes, brasileiros, franceses ou cidadãos do mundo ao invés de judeus? Porque celebramos nossas datas de aniversário segundo "o pau" e não como o fazemos desde que somos um povo? Porque os ingressos para o Reveillon nos clubes judaicos esgotam antes das cadeiras nas Sinagogas para Rosh Hashaná?

Depois ainda tem gente que pergunta, " - Onde estava D-us no holocausto?".

Tenho outra pergunta: O que foi que nós fizemos durante os dois mil anos que o precederam para acionar o programa holocausto.exec.doc que estaria dormente em alguma lixeira do Computador Celestial se não o tivèssemos colocado online?

 

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